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	<title>Grupo Nova Casa Imóveis</title>
    <link>http://www.gruponovacasa.com.br</link>
	<description>Informações e Noticias sobre imóvel</description>
    <language>pt-br</language>
	<item>
		  <title>Programa Minha Casa, Minha Vida oferece imóveis em Praia Grande</title>
		  <link>http://www.imobiliariasnapraia.com/noticia.php?id=20</link>
		  <pubDate>Mon, 21 Sep 2009 11:23:23 -0200</pubDate>
		  <description>A aquisição da casa própria, sonho de milhões de brasileiros, pode estar mais próxima de se tornar realidade, graças ao programa Minha Casa, Minha Vida, desenvolvido pela Caixa Econômica Federal (CEF). Em Praia Grande, o primeiro empreendimento que utilizará o sistema de financiamento da CEF, foi lançado.

Para a secretária de Habitação e Meio Ambiente, Maria Rosinda Campos Johns, trata-se do primeiro passo do programa no Município. “Ficamos satisfeitos em receber projetos habitacionais desenvolvidos em parceria com o governo federal. Ele viabiliza que as famílias consigam a casa própria, mesmo por que os juros são mais baixos e a rigidez de cadastro é menor”. 

A titular da pasta pede ainda que as famílias com renda de zero a três salários mínimos aguardem mais um pouco. “Estamos esperando a Caixa Econômica nos passar todos os trâmites e, após isso, atenderemos os interessados e encaminharemos as fichas para o banco”. Ela comenta ainda que o início dos cadastros deste público esta previsto para o começo do mês de maio.

O fato do comprador não precisar pagar a entrada, assim como, os valores das parcelas intermediárias e das chaves, é o grande diferencial do programa Minha Casa, Minha Vida. “A Caixa auxilia a construtora e subsidia o comprador. Quando a renda do interessado é aprovada, ele começa pagar apenas uma mensal referente atualização financeira do dinheiro demandado pela construção. Ou seja, o beneficiário não precisa pagar o aluguel de onde mora e as mensais do novo apartamento”. No caso deste empreendimento, a quantia inicial é de R$ 67 reais e chega até a 60% do valor de uma parcela do primeiro ano do financiamento.

Praia Grande será uma das cidades mais beneficiadas na região. “Infelizmente, parte dos trabalhadores do Município não têm como comprovar renda, por não serem registrados em carteira ou ainda por terem o valor descrito abaixo do que recebem no final do mês, por ganharem comissão por vendas. Com este programa, as famílias que não têm comprovante de renda podem se candidatar, desde que leve extrato bancário mostrando a movimentação da conta bancária, ou então cobranças de cartão de crédito”, exemplificou.

Os documentos necessários para quem trabalha registrado são: CPF, carteira de identidade e trabalho (com o PIS), comprovantes de renda (últimos seis hollerittes) e residência, certidão de nascimento ou casamento; para os autônomos: CPF, carteira de identidade e trabalho (com o PIS), comprovante de residência, certidão de nascimento ou casamento e extrato bancário mostrando a movimentação da conta bancária ou cobranças de cartão de crédito.

Simulação – Se uma família, com renda de R$1.830,00, quiser adquirir um apartamento no valor de R$ 98.820,00, terá de dar uma entrada no valor de R$ 9.168,00. A Caixa Econômica Federal fica com o subsídio complemento, na quantia de R$ 16.452,00. O restante (R$ 73.200,00) pode ser parcelado em até 300 meses (25 anos), com mensais de R$ 549,00, no primeiro ano. 

Vale lembrar, que os valores variam conforme a renda familiar e o preço do imóvel pretendido.
		  
		  &lt;b&gt;Fonte:&lt;/b&gt; Praia Grande Notícias</description>
		  </item>
		  <item>
		  <title>Imóveis usados são opção econômica para quem quer mais espaço</title>
		  <link>http://www.imobiliariasnapraia.com/noticia.php?id=19</link>
		  <pubDate>Fri, 17 Jul 2009 10:01:56 -0200</pubDate>
		  <description>Uma das vantagens mais fortes do imóvel usado é já estar situado em um bairro consolidado, com uma infra-estrutura pronta, com escola, hospitais e comércio definidos. Para quem tem idéia do que quer ter por perto, bem como a vizinhança e acessos, este é um fator à frente dos empreendimentos que vão ser ou que ainda estão sendo construídos. Outro ponto positivo é a questão de espaço: os apartamentos novos estão cada vez menores, sobretudo em grandes capitais, como São Paulo e Rio de Janeiro. Neste ponto, é possível encontrar imóveis prontos com metragens maiores do que a de novos por um preço similar ou até mesmo menor.

Quem está disposto a abrir mão do grande número de adicionais que os empreendimentos novos oferecem para os moradores, como áreas de fitness, infantil e espaço gourmet, pode ganhar nos imóveis usados em termos de distribuição de área útil nos cômodos, com design que hoje em dia não são mais comuns, como por exemplo pé direito mais alto e janelas maiores. Além disso, há nas unidades de revenda itens básicos ausentes em um imóvel novo, como gabinetes e armários instalados.

Quem preza por economia na pesquisa por uma residência também pode levar vantagens em uma edificação já pronta, além da relação preço x metragem: a possibilidade de barganhar descontos é muito maior. Em um imóvel recém entregue, &quot;zero-quilômetro&quot;, é preciso um investimento extra antes de receber os moradores, com acabamentos, revestimentos, gabinetes, louças de banheiro e de cozinha, chuveiros, espelhos de luz e tomadas. Este gasto adicional, dependendo de quantidade e qualidade das peças, pode chagar a até 30% do valor do imóvel.


Segundo o Procon, o comprador deve verificar a existência de ações propostas contra o proprietário do imóvel e, em caso positivo, saber se a dívida compromete o bem. Outro ponto é saber se há débito relativo ao IPTU. Qualquer tipo de pendência merece atenção para uma compra bem feita e, com o devido cuidado, evitar que o barato sai caro.
		  
		  &lt;b&gt;Fonte:&lt;/b&gt; Nova Casa Imóveis</description>
		  </item>
		  <item>
		  <title>STJ manda suspender leilões de imóveis para garantir a inadimplentes chance de defesa</title>
		  <link>http://www.imobiliariasnapraia.com/noticia.php?id=18</link>
		  <pubDate>Fri, 10 Jul 2009 11:37:11 -0200</pubDate>
		  <description>A Segunda Turma do Superior Tribunal de Justiça orientou os juizados regionais a suspender todas as ações de execução extrajudicial de mutuários inadimplentes. Ou seja, as instâncias inferiores ao STJ devem conceder liminar cancelando o leilão do imóvel, dando ao mutuário o direito de continuar discutindo a questão nos tribunais. 
Os ministros que compõem a turma acompanharam o voto do ministro relator Luis Felipe Salomão, em julgamento de recurso especial. Embora tenha havido desistência do autor da ação, Salomão notou que esse é um assunto recorrente e resolveu julgar a questão. 
A decisão determina ainda que, se for o caso, o nome do devedor seja retirado dos serviços de proteção ao crédito, desde que haja suspeita de cobrança indevida ou abusiva de juros e correção monetária no contrato. A sentença é válida apenas para inadimplentes com ação na Justiça e cujo pleito ainda não tenha obtido consenso nos tribunais. Pela determinação da Turma, a liminar deve ser concedida mesmo que o mutuário não tenha condições de fazer depósito judicial das parcelas. 
&quot; No caso de o imóvel ainda não ter ido a leilão, é mais fácil, porque o banco é notificado e a ação é suspensa &quot;

Segundo a advogada Josela Machado, da Associação dos Mutuários do Brasil (Ambra), a novidade beneficia milhares de mutuários no país, porque os bancos, hoje, têm o direito de executar extrajudicialmente (enviar a leilão) os imóveis com atraso de pagamento de três parcelas em diante, dentro do Sistema Financeiro da Habitação, com base no Decreto 70, de 1966. 
- No caso de o imóvel ainda não ter ido a leilão, é mais fácil, porque o banco é notificado e a ação é suspensa. Quando há leilão, mas não arrematante, dá tempo de avisar ao banco e ao leiloeiro. Porém, até mesmo quando o imóvel já foi arrematado e registrado no Registro Geral de Imóveis, é possível reverter, desde que o juiz determine a suspensão da ação de emissão de posse e a saída dos novos moradores, se for o caso - explicou Josela.
		  
		  &lt;b&gt;Fonte:&lt;/b&gt; Extra Online</description>
		  </item>
		  <item>
		  <title>Entenda o programa Minha Casa Minha Vida </title>
		  <link>http://www.imobiliariasnapraia.com/noticia.php?id=17</link>
		  <pubDate>Thu, 25 Jun 2009 10:44:01 -0200</pubDate>
		  <description>O programa “Minha Casa, Minha Vida”, anunciado  pelo governo federal, pretende construir até um milhão de moradias nos próximos anos. A parcela mínima para quem recebe até três salários mínimos será de R$ 50,00. 

Do total de um milhão de moradias, 400 mil serão destinadas para quem tem renda até três salários mínimos. Outras 200 mil para quem recebe entre três e quatro salários mínimos. Cem mil para quem tem renda entre quatro e cinco salários mínimos. Outras 100 mil para quem recebe entre cinco e seis salários mínimos. As 200 mil restantes são para população que recebe entre seis e dez salários mínimos. 

Para a faixa da população com menor renda (entre zero e três salários mínimos), a prestação das moradias não pode exceder 10% da renda do proprietário. O financiamento, neste caso, é de dez anos. O mutuário não poderá pagar uma parcela inferior a R$ 50,00. 

Para quem recebe entre três e cinco salários mínimos, os financiamentos serão reajustados com taxas de juros de 5% ao ano. Para aqueles que têm renda entre cinco e seis salários mínimos, os juros serão de 6% ao ano. 

O valor máximo do imóvel nas regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal para habitações dessa faixa de renda será de R$ 130 mil. Em municípios acima de 500 mil habitantes, demais capitais e seus municípios limítrofes (vizinhos) o financiamento não pode ultrapassar R$ 100 mil. Nos demais municípios brasileiros, o valor máximo do imóvel deve ser de R$ 80 mil. 
Esse tipo de financiamento só se aplica á imóveis  novos , para Habite-se com  no Maximo  90 dias
		  
		  &lt;b&gt;Fonte:&lt;/b&gt; Nova Casa Imóveis</description>
		  </item>
		  <item>
		  <title>Construtoras estão fazendo o caminho de volta</title>
		  <link>http://www.imobiliariasnapraia.com/noticia.php?id=16</link>
		  <pubDate>Thu, 25 Jun 2009 09:42:17 -0200</pubDate>
		  <description>A Rossi fez  fama como construtora de imóveis econômicos durante a década de 90, mas enveredou pelo mercado de média e alta renda nos últimos anos e agora volta ao nicho original, um dos que menos afetados pela crise financeira e principal promessa de aquecimento nas vendas imobiliárias para o ano.
 
&quot;Em 2009, imaginamos que no mínimo 50% dos empreendimentos lançados sejam do segmento econômico. Pretendemos lançar cerca de 15 mil unidades neste segmento&quot;, afirma.
 
Para trilhar o caminho de volta, a companhia tem investido em mudar a tática de venda: em vez das campanhas e mídias específicas que usa para atrair o cliente alto padrão, está investindo oferecer o produto em pontos de grande circulação, por onde o consumidor do imóvel popular já passa naturalmente. 
 
&quot;Estamos criando lojas em regiões centrais na cidade, próximas a saídas de metrô, em shoppings mais específicos para classe C, negociando parcerias com grandes varejistas para pontos-de-venda&quot;, diz o executivo da construtora, que já tem lojas nesse formato no Rio de Janeiro e em Canoas (RS).
		  
		  &lt;b&gt;Fonte:&lt;/b&gt; G1</description>
		  </item>
		  <item>
		  <title>Novas estrategias do mercado imobiliário</title>
		  <link>http://www.imobiliariasnapraia.com/noticia.php?id=15</link>
		  <pubDate>Thu, 25 Jun 2009 09:33:04 -0200</pubDate>
		  <description>&quot;Em 2006, 2007 e 2008 o mercado produziu muito para as classes média alta e alta. Ao mesmo tempo, produziu pouco para essa fatia de renda menor, que é onde o governo está entrando&quot;.
 
Sérgio Freire, presidente da Brasil Brokers, grupo de consultoria e intermediação imobiliária que em 2008 vendeu R$ 21,4 bilhões em lançamentos, diz que 50% dos lançamentos do grupo previstos para 2009 são de imóveis que valem menos de R$ 350 mil.
 
A migração fica evidente nas movimentações do mercado: em maio, a Cyrella transformou em empresa a marca Living, especificamente para manter o foco nos negócios para produtos &quot;supereconômicos&quot; (até R$ 90 mil) e econômicos ($$ 90 mil até R$ 200 mil). O objetivo é que a participação da Living nos negócios da Cyrella passe de 30% para 50% até o fim de 2010.
 
Também de olho no mercado, a Gafisa, que atua na alta e média renda, comprou no ano passado a construtora Tenda, especialista em unidades de preço médio entre R$ 80 mil a R$ 200 mil.
		  
		  &lt;b&gt;Fonte:&lt;/b&gt; Nova Casa Imóveis</description>
		  </item>
		  <item>
		  <title>Setor imobiliário já valorizou 80,2%</title>
		  <link>http://www.imobiliariasnapraia.com/noticia.php?id=14</link>
		  <pubDate>Thu, 25 Jun 2009 09:17:50 -0200</pubDate>
		  <description>O plano do governo para estimular o setor de construção civil, Minha Casa Minha Vida, anunciado no final de março, trouxe novas perspectivas para as ações das empresas. Os papéis das companhias imobiliárias, após fortes perdas desde 2008, despontam como o segundo melhor investimento da BM&amp;FBovespa no ano. 
O índice do setor, calculado pela Bolsa, demonstra ganho de 126,38%. A rentabilidade média das 15 empresas listadas na Bolsa é de 80,2%, até o final do mês de maio, de acordo com o levantamento feito pela Corretora Souza Barros para o Monitor Mercantil. No ano, o Ibovespa acumula rentabilidade de 41,7%. Cinco empresas concentram a liquidez dos negócios dentre as ações de construção: Cyrela, Gafisa e Rossi. No entanto, começam a se destacar a MRV e PDG, que têm forte atuação em projetos de habitação popular, a área prioritária do pacote habitacional do governo. Na contramão do setor, o endividamento pesou no desempenho das ações da Klabin Segall.
		  
		  &lt;b&gt;Fonte:&lt;/b&gt; monitor mercantil digital</description>
		  </item>
		  <item>
		  <title>Caixa dobra financiamento imobiliário em cinco meses</title>
		  <link>http://www.imobiliariasnapraia.com/noticia.php?id=13</link>
		  <pubDate>Thu, 25 Jun 2009 09:13:18 -0200</pubDate>
		  <description>Número de contratos cresce 113% para 275 mil 
O valor liberado para financiamentos habitacionais pela Caixa Econômica Federal cresceu 106% nos cinco primeiros meses do ano, em relação ao mesmo período de 2008. O número de contratos chegou a 275.464, evolução de 113%. 
Na esteira do programa habitacional do Governo Federal - Minha Casa, Minha Vida - a Caixa elevou para R$ 30 bilhões a previsão de empréstimos imobiliários em 2009, 10% acima da estimativa anterior. 
Só este acréscimo de R$ 3 bilhões significam mais 59 mil empregos nas construtoras e 29 mil na indústria de materiais, em serviços e comércio, totalizando 88 mil novos postos de trabalho. No total, o investimento da Caixa este ano vai proporcionar a geração de quase 900 mil empregos.
		  
		  &lt;b&gt;Fonte:&lt;/b&gt; monitor mercantil digital</description>
		  </item>
		  <item>
		  <title>Secovi-SP recebe grupo europeu que busca parcerias imobiliárias no Brasil</title>
		  <link>http://www.imobiliariasnapraia.com/noticia.php?id=12</link>
		  <pubDate>Wed, 24 Jun 2009 15:12:01 -0200</pubDate>
		  <description>São Paulo receberá missão empresarial ibérica.
São Paulo - A diretoria do Secovi-SP (Sindicato da Habitação) recebe no próximo dia 16, na sua sede, em São Paulo, um grupo de 20 empreendedores portugueses e espanhóis com atuação em fundos de investimento, incorporadoras, empresas de projetos, gestão de ativos e de direito imobiliário, que desejam conhecer as oportunidades de negócios, investimentos e parcerias no Brasil. O encontro estará aberto a representantes do segmento em São Paulo.

O interesse da indústria imobiliária de Portugal e Espanha pelo Brasil intensificou-se após algumas empresas nacionais abrirem o capital na Bolsa de Valores. Um País com 190 milhões de habitantes, extensão territorial superior a 8 milhões de quilómetros quadrados, e grande demanda por habitação, torna-se cada vez mais atraente para investidores estrangeiros interessados nos mercados residencial, principalmente para baixa renda, corporativo (shopping centers) e de escritórios.

"As empresas estrangeiras, assim como as nacionais, estão mais profissionais e essa missão internacional vem para apoiar a internacionalização e promover o intercâmbio entre europeus e brasileiros, em um grande networking", avalia o presidente do Secovi-SP, João Crestana. "O evento do dia 16 de junho, aqui no Secovi, é aberto a todos os associados da entidade interessados em participar desse processo global", disse o dirigente.

A missão empresarial ibérica é uma organização da Vida Imobiliária Brasil e Portugal – revista portuguesa que atua no Brasil desde setembro de 2008 – com apoio da Fiabci/Brasil, do Barcelona Meeting Point, Bascol, Broadway Malyan, CB Richard Ellis, Coelho da Fonseca, Cushman Wakefield, Duarte Garcia Caselli Guimarães e Terra Advogados e Publicidade Archote; e apoio institucional do Secovi-SP e do Grand Hotel Hyatt São Paulo.
		  
		  &lt;b&gt;Fonte:&lt;/b&gt; Portugal Digital</description>
		  </item>
		  <item>
		  <title>Investidor busca imóvel como alternativa à bolsa em São Paulo</title>
		  <link>http://www.imobiliariasnapraia.com/noticia.php?id=11</link>
		  <pubDate>Tue, 13 Jan 2009 13:20:22 -0200</pubDate>
		  <description>A instabilidade do mercado de capitais está atraindo grandes investidores ao mercado imobiliário. A administradora de imóveis Lello registrou, no final de 2008, aumento de 40% no número de consultas feitas por pessoas desejando comprar imóveis e disponibilizá-los no mercado de locação.

Além de ter rentabilidade mensal com o recebimento do aluguel, os investidores apostam na valorização do patrimônio no médio e longo prazos. Hoje o rendimento de um imóvel alugado gira em torno de 0,7% de seu valor de venda, superior à caderneta de poupança e alguns fundos de renda fixa. 

“Historicamente o imóvel representa, no Brasil, alternativa segura para investidores. Nos últimos anos, entretanto, houve intensiva migração de investimentos para o mercado de capitais, que está passando por um momento de muita volatilidade. Alguns grandes investidores já passaram a buscar alternativas menos arriscadas”, afirma Roseli Hernandes, gerente de Locação e Vendas da Lello. 

Ela alerta, no entanto, que para ter retorno competitivo no mercado imobiliário é preciso, antes de tudo, comprar bem, observando a vocação de cada região e do imóvel desejado, potencial de rentabilidade e condições de conservação da unidade, dentre outros quesitos. “Uma opção interessante é adquirir imóveis já alugados, evitando o risco de ter que arcar com despesas como IPTU, condomínio e conta de água enquanto a nova locação não for fechada”, diz Roseli.
		  
		  &lt;b&gt;Fonte:&lt;/b&gt; ImovelWeb</description>
		  </item>
		  <item>
		  <title>Governo estuda facilitar uso de FGTS para compra de imóveis</title>
		  <link>http://www.imobiliariasnapraia.com/noticia.php?id=10</link>
		  <pubDate>Tue, 13 Jan 2009 12:28:13 -0200</pubDate>
		  <description>O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, afirmou que o governo ainda estuda formas de facilitar o uso do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) para a compra de imóveis.

"A construção civil é o setor que tem o maior crescimento na geração de empregos no Brasil. Esta área mexe com algo que é muito importante para o cidadão brasileiro: ter a sua casa própria. Então essa demanda existe. Temos ainda mais de 10 milhões de déficit de unidades habitacionais. Precisamos continuar investindo nesse setor, que precisa de linhas de crédito", disse.

Geração de empregos

No ano de 2008, a construção civil gerou 303.031 postos celetistas de trabalho, o que significa uma alta de 19,8% no ano, índice acima da média nacional, de 7,42%.

Segundo o ministro, a estimativa é de que os recursos do FGTS que serão investidos no próximo ano, gerem cerca de 1,378 milhão de empregos na habitação popular, saneamento básico e infra-estrutura urbana.
		  
		  &lt;b&gt;Fonte:&lt;/b&gt; InfoMoney</description>
		  </item>
		  <item>
		  <title>Financiamento imobiliário prevê crescimento em 2009</title>
		  <link>http://www.imobiliariasnapraia.com/noticia.php?id=9</link>
		  <pubDate>Tue, 13 Jan 2009 12:24:37 -0200</pubDate>
		  <description>O sonho da casa própria é compartilhado por milhares de brasileiros, mas para realizá-lo, muitas vezes, é necessário recorrer a um financiamento. Seu José, alguns anos atrás, fazia parte deste grupo, mas decidiu apostar em um investimento a longo prazo para garantir a moradia. O engenheiro agrônomo estudou as possibilidades e, com a desenvoltura de um economista, formado pelo cotidiano, optou por financiar. Ao tomar a decisão tinha em mente a importância da casa própria para a família. 

“Valeu a pena o financiamento, o imóvel valorizou e eu tenho a garantia e a tranqüilidade de ter um teto próprio”, conta o engenheiro agrônomo, José Rafael Azambuja. 

Hoje a casa de seu José já está quitada, mas ele continua envolvido com a importante decisão da compra de uma casa, desta vez para o filho que casou recentemente. Em conversa ele destacou ao filho a casa própria como um dos passos mais importantes para quem está começando uma nova família. “Eu acho que a residência vem sempre em primeiro lugar, isso eu trago de berço, trago do meu avô, do meu pai e estou passando para o meu filho. É preferível ter isso, a ter um bom carro, por exemplo”, analisa. 

Mas apenas a consciência da importância da compra da casa própria não basta. São necessárias também condições para fazer o investimento. Em tempo de crise mundial no setor imobiliário, tornar esse desejo uma realidade nem sempre é fácil. Taxas de juros e disponibilidade de parcelamento são duas variantes decisivas na hora de fechar um contrato. 

Mas, em meio a uma recessão já anunciada em paises como os Estados Unidos e a China, no Brasil o governo quer evitar problemas e, para isso, deve no próximo ano facilitar as linhas de crédito. Somente a Caixa Econômica Federal deve disponibilizar um aumento de 20% nas linhas de crédito em 2009. Além disso, foi aprovada nesta terça-feira a redução da taxa anual de juros de 6% para 5% para famílias que ganham até R$ 2 mil por mês. Por isso, os especialistas alertam quem quer financiar a casa própria deve esperar até o próximo ano. 

“O momento não é propício para isso. A uma tendência de redução de juros, o que significa dizer que o trabalhador deverá comprar melhor em 2009, deverá financiar a casa com juros menores. Agora é um momento de cautela, de por o pé no freio e esperar que os juros caiam para que ele possa comprar em melhores condições”, explica o economista, Rui São Pedro. 

O incremento do governo em linhas imobiliárias se deve também a uma preocupação com as demissões em um dos setores que mais empregam no Brasil, a construção civil. 
“O ramo imobiliário decorre de todos os outros segmentos, por que ele emprega uma grande massa consumidora, ou seja, se o setor vai mal todos os outros setores também vão, ou seja, se esses trabalhadores estão desempregados todos são prejudicados”, finaliza o economista.
		  
		  &lt;b&gt;Fonte:&lt;/b&gt; Gazeta do Paraná</description>
		  </item>
		  <item>
		  <title>O imóvel como alternativa segura de investimento em meio à crise</title>
		  <link>http://www.imobiliariasnapraia.com/noticia.php?id=8</link>
		  <pubDate>Tue, 13 Jan 2009 12:22:45 -0200</pubDate>
		  <description>Solidez, segurança e seriedade do mercado imobiliário brasileiro são atrativos para que o imóvel seja, cada vez mais, uma opção de investimento e de reserva de valor.

Considerado como uma alternativa segura de investimento e de reserva de valor, a aquisição de imóveis no Brasil continua crescendo apesar da crise financeira mundial. As principais razões deste comportamento do mercado nacional, segundo o diretor de Relações com o Mercado da Companhia Província de Crédito Imobiliário, Camilo Fortuna Pires, são a qualidade e seriedade com que as incorporadoras /Construtoras vêem planejando e executando as suas obras e a rigorosa observância de critérios de concessão e de avaliação de risco pelos agentes financeiros originadores dos créditos. 

Há que se considerar, também, que o sistema de financiamento imobiliário brasileiro possui uma regulamentação adequada e com atuação controlada, o que agrega ainda mais segurança ao comprador, diferentemente do que ocorreu nos EUA, onde houve um relaxamento excessivo, quase irresponsável, não só das condições de concessão dos créditos, como do acompanhamento e da fiscalização daquele sistema. “Além de estar capitalizado, depois da crise imobiliária de meados dos anos 1990, o mercado imobiliário brasileiro ficou mais criterioso na concessão e contratação do crédito. Isso garante seriedade ao sistema”, avalia.

O diretor considera também que a adequação, as condições e a diversidade dos financiamentos imobiliários oferecidos ao mercado, favoreceram o crescimento da demanda e que o maior rigor na análise desse crédito pelos agentes financeiros, fortaleceram a credibilidade e a estabilidade do mercado. Outra característica da economia brasileira que tem atraído os investidores para aquisição de imóveis, é a estabilidade econômica do país. “Os brasileiros aproveitam os benefícios desta estabilidade, resultando no crescimento do mercado imobiliário, que começou em 2006 e tende a ser ainda nos próximos anos”. O volume de crédito imobiliário concedido pelos agentes financeiros do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) foi de R$ 25,2 bilhões, até outubro deste ano, para um total de 250.546 imóveis, devendo chegar, até o final do ano a R$ 30 bilhões envolvendo 300 mil habitações. Vale ressaltar que, nas aplicações do SBPE, não estão computados os vultosos recursos do FGTS, liberados pela CEF. Para se ter uma idéia das perspectivas de expansão do mercado imobiliário no Brasil, segundo projeções do Sinduscon para os próximos anos, o PIB da construção deve crescer de 2 a 2,5% acima do PIB do País. "O destaque é para 2008, quando a construção civil no País poderá apresentar um crescimento de 10%".
		  
		  &lt;b&gt;Fonte:&lt;/b&gt; Portal Fator</description>
		  </item>
		  <item>
		  <title>Governo estuda garantir crédito a imóveis da baixa renda</title>
		  <link>http://www.imobiliariasnapraia.com/noticia.php?id=7</link>
		  <pubDate>Tue, 13 Jan 2009 12:21:08 -0200</pubDate>
		  <description>O governo analisa a criação de um fundo garantidor destinado a reduzir o risco dos bancos no financiamento da casa própria de famílias de baixa renda. O fundo funcionará como um avalista, reduzindo o risco de calote. Assim, a instituição poderá reduzir os juros na operação.

Segundo o vice-presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), José Carlos Martins, técnicos da área econômica consultaram o setor privado sobre o tema. Queriam a opinião das empresas sobre essa e mais duas propostas: a criação do Cadastro Positivo e de um cadastro único de matrícula de imóveis. É possível, portanto, que essas medidas integrem o pacote de apoio à construção civil, a ser anunciado nas próximas semanas, como forma de combater os efeitos da crise. ?O setor não depende de insumos importados, portanto, pode crescer sem pressionar o balanço de pagamentos?, comentou Martins.

As três medidas têm por objetivo reduzir o custo dos financiamentos. Crédito mais barato é uma das prioridades do governo. Segundo Martins, existem muitas maneiras de se fazer um fundo garantidor. Há, porém, uma proposta pronta circulando nos escalões técnicos do governo. Ela faz parte do Plano Nacional de Habitação (Planhab), elaborado pelo Ministério das Cidades. Por ela, o fundo atenderia a famílias com renda de R$ 600,00 a R$ 2.000,00 mensais, que os bancos consideram de alto risco para conceder empréstimos.

Ainda segundo a proposta do Planhab, o fundo seria formado por um aporte inicial do Tesouro, no valor de 18% do total dos financiamentos. Além disso, os próprios beneficiados fariam uma contribuição mensal, assim como os mutuários das demais faixas de renda. Uma parcela dos rendimentos recebidos pelo FGTS também ajudaria a alimentar o fundo. São esperadas ainda contribuições dos bancos e das empresas da cadeia da construção civil.

O Ministério das Cidades propõe que seja criada a possibilidade de pessoas físicas e jurídicas deduzirem até 2% do Imposto de Renda a pagar e fazerem doações para o programa de habitação. O dinheiro serviria para alimentar o fundo garantidor. As doações também ajudariam o Tesouro a subsidiar moradia para famílias de baixa renda. O setor privado estima que seriam necessários R$ 350 bilhões em subsídios para a baixa renda para eliminar o déficit habitacional do País, estimado em 8 milhões de moradias. Esse valor seria aplicado num prazo de 15 anos.

O governo também examina a possibilidade de elevar o teto do valor do imóvel financiado pelo FGTS, atualmente em R$ 350 mil, para algo perto de R$ 600 mil. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse a um grupo de empresários, na semana passada, que vai cortar o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) sobre o material de construção. Grande parte dos itens básicos recolhe hoje uma alíquota de 5%. As informações são do jornal
		  
		  &lt;b&gt;Fonte:&lt;/b&gt; O Estado de São Paulo</description>
		  </item>
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		  <title>Mercado reage e aumenta as vendas de imóveis</title>
		  <link>http://www.imobiliariasnapraia.com/noticia.php?id=6</link>
		  <pubDate>Tue, 13 Jan 2009 12:19:20 -0200</pubDate>
		  <description>Pesquisa realizada pelo Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo (CRECI-SP) aponta recuperação da venda de imóveis usados na capital de 24,68 pontos percentuais. Segundo a instituição, o mês de outubro do ano passado, auge da crise financeira global, apresentou grande queda - 26,36% - em relação ao mês de setembro de 2008. Em novembro esse quadro se reverteu e a queda ficou em 1,68%. A pesquisa leva em conta só os números da capital paulista. Ao todo foram consultadas 504 imobiliárias. Estas mostraram que, em novembro, venderam 160 casas e apartamentos. Os campeões de venda foram os apartamentos, com 68,75% do total.

A pesquisa CRECI-SP apurou que em novembro os imóveis mais vendidos em São Paulo foram aqueles com valor superior a R$ 200 mil. A maioria das negociações foi realizada à vista - 58,65% ficando os financiamentos com 38,35%, e as vendas diretamente financiadas pelos proprietários com os restantes 3,01%. Não foram registradas vendas por consórcios pelo terceiro mês seguido.

Em entrevista ao DCI, José Augusto Viana Neto, presidente da instituição disse que considera o índice excelente. "A crise é de confiança. O mercado brasileiro de imóveis, a partir do momento que percebeu a relação entre crise de crédito e imóveis é algo focado no mercado americano, retomou os negócios. Apenas três bancos alteraram as taxas de financiamento para cima e já vão recuar devido a concorrência". Para o presidente, o problema pode acontecer no Brasil se houver uma onda de desemprego. Ele aponta como tendência, a venda de imóveis usados. "Esperamos um 2009 bom em termos de venda , principalmente na venda de imóveis usado. Os aluguéis são possibilidade de bons negócios e lucratividade. O investidor olha para este mercado. Outro fator é a diminuição dos lançamentos e publicidade no setor".

Augusto Viana afirma ser necessário esperar a apuração dos números de dezembro para ver se a recuperação se confirmará como uma tendência. A expectiva é que o índice estadual deva sair em duas semana. Já o fechamento do semestre em meados de fevereiro.

O presidente do CRECI-SP ressaltou, ainda, que a redução de juros passou de 6% para 5% ao ano - nos financiamentos para famílias com renda mensal de até R$ 2 mil.
		  
		  &lt;b&gt;Fonte:&lt;/b&gt; DCI</description>
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		  <title>Limite para financiamento de imóveis para classe média deve aumentar</title>
		  <link>http://www.imobiliariasnapraia.com/noticia.php?id=5</link>
		  <pubDate>Tue, 13 Jan 2009 12:17:37 -0200</pubDate>
		  <description>O governo vai dar um jeito de não deixar as classes média e alta sem financiamento para a casa própria. Para isso, a equipe econômica estuda a possibilidade de ampliação, por meio de resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN), do limite de financiamento de Sistema Financeiro da Habitação (SFH), que atualmente é de R$ 350 mil. O novo valor ainda não está definido, mas deve variar entre R$ 500 mil e R$ 600 mil.

Com essa alteração, o limite para utilização do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), que segue as regras do SFH, é elevado automaticamente. Além disso, a população de maior poder aquisitivo poderá se financiar com recursos da caderneta de poupança e, consequentemente, pagar juro de, no máximo, 12% ao ano mais TR (Taxa Referencial). Hoje, nos financiamentos de imóveis de mais R$ 350 mil são cobradas taxas de juros de mercado, que são bem mais altas que os 12% ao ano mais TR.

Ao aumentar o limite do SFH, indiretamente, o governo atende um pleito da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário de Poupança (Abecip), que propôs a ampliação de R$ 350 mil para R$ 800 mil do limite do valor do imóvel para utilização dos recursos do FGTS pelo período de dois anos. Esse valor, no entanto, é considerado muito alto por vários técnicos do governo, pois pode provocar uma forte saída de recursos do FGTS, que é voltado para financiamento da população de baixa renda.

O temor do governo e das construtoras é de que não haja financiamento para a população de alta renda no momento em que os empreendimentos estiverem prontos para a venda. Isso, além de atrapalhar o crescimento econômico, poderia ocasionar em uma série de demissões. Nos últimos anos, as construtoras captaram milhões de reais no mercado financeiro para aquisição de terrenos para empreendimentos. Agora, com o agravamento da crise econômica, essas empresas estão sem capital para finalizar as obras, ou seja, não podem se dar ao luxo de ficar com imóvel empacado.

Na avaliação do governo, a elevação do SFH resolve dois problemas. Um deles está relacionado ao fato de que financiamentos com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) poderão ser oferecidos para a população de alta renda com juros tabelados. Outra vantagem é que o mutuário poderá utilizar o dinheiro depositado em sua conta vinculada do FGTS para pagar parcialmente ou quitar o financiamento. Além do aumento do limite do FGTS, a Abecip propôs ao governo a possibilidade de abatimento dos juros pagos no empréstimo imobiliário no Imposto de Renda.
		  
		  &lt;b&gt;Fonte:&lt;/b&gt; Correio Braziliense</description>
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		  <title>Investimentos em imóveis devem crescer em 2009</title>
		  <link>http://www.imobiliariasnapraia.com/noticia.php?id=4</link>
		  <pubDate>Tue, 13 Jan 2009 12:15:14 -0200</pubDate>
		  <description>Investidores estrangeiros em imóveis devem ampliar os gastos em 2009 acima do volume despendido em 2008, segundo um relatório anual que acompanha o interesse dos investidores institucionais. O Brasil foi apontado como o segundo melhor país em termos de valorização de capital, atrás dos Estados Unidos. 

Tanto financiadores internacionais como investidores em ativos planejam aumentar os investimentos globalmente e nos Estados Unidos, alvo favorito, afirmaram membros da Associação de Investidores Estrangeiros em Imóveis (AFIRE, na sigla em inglês). 

Os concessores de financiamento devem ampliar o investimento em 54 por cento globalmente e em 58 por cento nos Estados Unidos, enquanto investidores em ativos preveem aumentos de 40 por cento globalmente e 73 por cento nos EUA. 

Os Estados Unidos têm mais apelo este ano, mesmo depois do tumulto econômico de 2008, e apesar do doloroso impacto da crise de crédito sobre os imóveis comerciais, afirmou Jim Fetgatter, presidente-executivo da AFIRE. 

As vendas nos EUA de propriedades comerciais caíram 73 por cento, para 139,43 bilhões de dólares em 2008 ante 2007, segundo a empresa de pesquisa de mercado Real Capital Analytics. 

Mas o apetite dos investidores por imóveis nos EUA apenas ficou mais acentuado diante dessas dificuldades porque os problemas são um fenômeno global. Os Estados Unidos continuam a maior economia do mundo e os membros da AFIRE consideram o país o mais seguro para o mercado imobiliário, disse Fetgatter. 

"Se você vai ser um investidor internacional vai querer ter uma parte significativa do seu portfólio no maior mercado", acrescentou. 

Por ampla margem, os consultados pela pesquisa consideram os EUA o país que fornece os investimentos em imóveis mais seguros e estáveis, com 53 por cento considerando o país como o número um nessa categoria. 

Enquanto isso, cerca de 37 por cento dos membros da AFIRE consideram os EUA como o país que tem as melhores oportunidades de valorização de capital. O Brasil aparece em segundo, com 16 por cento, superando a China, que caiu para a terceira posição. O Reino Unido saltou da nona para a quarta colocação depois que os preços dos ativos do país caíram. A Índia caiu da terceira para a quinta posição. 

Cerca de metade dos 200 membros da AFIRE, sediada em Washington, respondeu a 17a pesquisa anual da entidade. Os membros da associação são de 21 países e controlam cerca de 1 trilhão de dólares em imóveis, incluindo 371 bilhões de dólares nos EUA.
		  
		  &lt;b&gt;Fonte:&lt;/b&gt; O Globo</description>
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		  <title>Imóveis – um mercado em crescimento</title>
		  <link>http://www.imobiliariasnapraia.com/noticia.php?id=3</link>
		  <pubDate>Mon, 15 Sep 2008 13:24:58 -0200</pubDate>
		  <description>Estamos assistindo, no mercado imobiliário de todo o Brasil, um crescimento sustentado, ou seja, a ampliação da capacidade produtiva, de forma contínua e duradoura, assegurada pela queda dos juros e recursos para o financiamento habitacional. Reflexo disto é a configuração de um país que tanto almejamos, com mais empregos, com distribuição de renda, com mais gente com o sonho da casa própria realizado. Estamos testemunhando a inclusão social acontecer. 

Uma série de fatores veio fortalecer o mercado imobiliário. Um deles foi a Lei 10.931, de 2004, que trata da afetação do patrimônio incorporado e pode ser considerada como ponto primordial para a geração de condições de retomada. Essa norma garantiu maior segurança jurídica aos negócios imobiliários.

A maior oferta de crédito imobiliário em 2006 e a sua expansão com reflexos positivos até o momento foram dos bancos comerciais.

A perspectiva é que neste ano sejam disponibilizados 24 bilhões com recursos da poupança, FGTS, entre outras fontes.

Somado a isso, o ambiente econômico favorável e a política de redução da taxa básica de juros permitiram que o setor voltasse a crescer.

Tivemos o ingresso de incorporadoras ao mercado acionário; hoje, são 21 com ações sendo negociadas na Bolsa de Valores de São Paulo, além de duas empresas de intermediação imobiliária. O volume captado ultrapassa os 15 bilhões de reais. Com dinheiro em caixa, o volume dos lançamentos cresceram, em quantidade e em qualidade.

Só este cenário já trouxe muitas melhorias ao setor imobiliário e à população brasileira, para quem a casa própria era um sonho difícil de se realizar.

Mas ainda não está acessível a todos que se enquadram no défict habitacional de 7,9 milhões de moradias – 540 mil em Goiás. É verdade que as taxas de juros já melhoraram. Os juros caíram, o prazo de pagamento aumentou. O cenário, que em 2007 era de 12% de taxa anual real ao ano e 15 anos de prazo para pagar, já melhorou. Segundo pesquisas privadas, se a taxa chegar a 8% e o prazo a 25 anos, significará mais 5,3 milhões de compradores no mercado. O desafio é flexibilizar ainda mais as condições para que a casa própria possa ser um sonho possível a mais gente.

A concorrência tem estimulado a melhoria dessas condições.  Pequenas mudanças têm sinalizado o caminho para alargar a fatia de consumidores no mercado. Algumas construtoras já têm diminuído o valor pago pela unidade até a entrega das chaves para 30% – antes eram 50%. Também têm eliminado os balões dos planos de pagamentos, o que também facilita a aquisição pelo trabalhador. Afinal, quem recebe salário geralmente não tem rendimento extra para pagar parcelas extras.

Outra medida das imobiliárias são as parcerias entre imobiliárias/construtoras e bancos para que, após as chaves e o habite-se do imóvel, o cliente pague o restante do imóvel com financiamento habitacional bancário. A imobiliária/construtora oferece toda a consultoria necessária à aprovação do crédito ao cliente, de forma que ele não perca muito tempo e nem se aborreça com este processo. Como é um processo muito burocratizado pelo sistema financeiro, então as imobiliárias/construtoras assumem o desgaste e o cliente tem seu financiamento garantido.
		  
		  &lt;b&gt;Fonte:&lt;/b&gt; Diário da Manhã</description>
		  </item>
		  <item>
		  <title>Caixa Econômica Federal  libera 4 milhões para classe média</title>
		  <link>http://www.imobiliariasnapraia.com/noticia.php?id=2</link>
		  <pubDate>Mon, 15 Sep 2008 13:17:45 -0200</pubDate>
		  <description>Linha de crédito com recursos da poupança permite a compra de imóveis de qualquer valor, mesmo por quem já possua outro no município.

A Caixa Econômica Federal ainda possui quatro bilhões de reais para o financiamento, neste ano, de imóveis destinados às classes média e alta, de
qualquer valor, sem limite máximo de renda e com prazos de até 30 anos para pagar. O cidadão pode financiar até oitenta por cento do valor de avaliação e, mesmo que já possua outro imóvel no município, pode usar essa linha de crédito.

Neste ano a CAIXA já emprestou quase seis bilhões de reais nessa modalidade de empréstimos.

A CAIXA está promovendo a maior contratação habitacional com recursos da poupança desta década. A expectativa é financiar pelo menos cento e oitenta mil imóveis, contra oitenta e um mil de 2007 e cinqüenta e hum mil em 2006.

Esse resultado tornou-se possível porque a instituição obteve este ano a maior captação de poupança da sua história. Apenas em agosto, os depósitos alcançaram hum bilhão e duzentos mil reais. Segundo o vice - presidente de Governo da CAIXA, Jorge Hereda, não faltarão recursos para apoiar o setor de Habitação. Hoje, a CAIXA é responsável por cinqüenta e hum por cento de
todos os imóveis financiados com o dinheiro da Poupança no País.
		  
		  &lt;b&gt;Fonte:&lt;/b&gt; Caixa Econômica Federal</description>
		  </item>
		  <item>
		  <title>Caixa Econômica estuda maneira de aumentar o FGTS</title>
		  <link>http://www.imobiliariasnapraia.com/noticia.php?id=1</link>
		  <pubDate>Mon, 15 Sep 2008 13:15:36 -0200</pubDate>
		  <description>A Caixa Econômica Federal estuda uma maneira de diminuir as perdas do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço). Isso porque o rendimento do fundo vem perdendo constantemente para a inflação.
Segundo a Caixa, enquanto o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) subiu 4,81% de dezembro a junho deste ano, o rendimento do FGTS no mesmo período foi de 2,58%.

Para o consultor Mario Avelino, especialista no assunto e presidente do Instituto FGTS Fácil, essa forma de calcular o rendimento do fundo distorce a realidade, uma vez que já embute os juros de 3%. Excluindo o juro mensal de 0,246627%, o FGTS rendeu apenas 0,6429% nos sete primeiros meses do ano, com base na TR (Taxa Referencial), contra a inflação de 4,86% no mesmo período.

"Não se pode comparar o IPCA, que é um índice de inflação, com os juros e atualização monetária [o JAM creditado pela Caixa]. Os juros são os ganhos reais, enquanto a atualização monetária objetiva manter o poder aquisitivo da poupança do trabalhador [o FGTS], repondo as perdas causadas pela inflação", diz Avelino.

No mês passado, houve uma reunião da Caixa com o Banco Central para tratar do assunto. Uma das possibilidades seria mudar o cálculo da TR, visando aumentá-la. A TR é calculada com base na média das taxas dos CDBs (Certificados de Depósitos Bancários) de 30 instituições bancárias. O CDB acompanha a Selic -taxa básica de juros do governo.

O rendimento do FGTS é calculado pela variação da TR mais 3% de juros ao ano. A TR também corrige a poupança, mas os juros são de 0,5% ao mês. Ou seja, o rendimento do fundo é menor até mesmo do que o da caderneta.

A mudança de cálculo da TR só pode acontecer com a autorização do Banco Central, que não comentou o assunto.

Outra alternativa para aumentar o ganho do FGTS seria a substituição da TR por outro índice, como o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), como querem alguns representantes de centrais sindicais. No acumulado do ano até julho, o INPC está em 7,5%.

Para José Dutra Vieira Sobrinho, vice-presidente das Ordem dos Economistas do Brasil, o problema de substituir a TR é que o trabalhador que vai pedir empréstimo habitacional poderá pagar mais. "Hoje, ele obtém empréstimo com base na TR, que é baixa."

Há ainda a opção, segundo a Caixa, de aumentar os juros fixos -os 3% ao ano. Outra alternativa poderia vir de um fundo de investimentos em infra-estrutura com recursos do FGTS. Os trabalhadores poderiam aplicar parte do saldo em cotas de investimento em energia, construção de portos e rodovias para ampliar seus ganhos.
		  
		  &lt;b&gt;Fonte:&lt;/b&gt; Folha</description>
		  </item>
		  </channel>
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